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Destaques

'Segurança Digital e Dispositivos Apple'

Entenda as vulnerabilidades zero-day em dispositivos Apple e aprenda a proteger seus dispositivos com práticas de segurança eficazes. No mundo atual, a segurança digital é uma preocupação constante. Especialmente quando se trata de dispositivos da Apple, que são frequentemente considerados os mais seguros do mercado. No entanto, nem mesmo eles estão imunes às ameaças cibernéticas emergentes como as vulnerabilidades zero-day. Entendendo Vulnerabilidades Zero-Day Uma vulnerabilidade zero-day é uma falha de segurança que ainda não foi corrigida pelo fabricante e pode ser explorada por atacantes antes mesmo da correção ser disponibilizada. Estas ameaças são particularmente perigosas porque os desenvolvedores têm tempo precioso para criar um patch adequado, permitindo a exploração prolongada. Há diversos tipos de vulnerabilidades zero-day: desde falhas em protocolos criptográficos até bugs no código-fonte do sistema operacional. Um exemplo histórico notável foi o ataque ao iOS que usou uma...

Industria farmacêutica utiliza prováveis pacientes para "burlar" regras de anúncios segmentados no Facebook

Como o Facebook restringe anúncios com o uso de informações confidenciais de saúde, a indústria farmacêutica encontrou um modo de fazer anúncios segmentados para seu público alvo: anúncios para prováveis pacientes.

O The Markup (empresa de jornalismo investigativo focado em tecnologia), elaborou um relatório com o resultado de uma pesquisa com 1200 pessoas usando um navegador personalizado para verificar quais anúncios e porque o Facebook  mostrava para aquele usuário.

E com essa metodologia, descobriu que as empresas farmacêuticas estavam apostando suas fichas de anúncios na "consciência" (conhecimento ou aprendizado) da doença.

E com termos (segue a tradução) como “Mês Nacional de Conscientização do Câncer de Mama”, “oxigênio”  ou "conscientização sobre derrame", resultava em anúncios de tratamentos ou medicamentos de valores elevados.

O problema desta prática não é a legalidade, é o uso de informações, mesmo que próxima (a "consciência"), por parte do Facebook para a venda de anúncios. 

E o "burlar" do título é só um mero jogo de palavras para indicar a conivência.

Fonte: Arstechnica

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